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RFID identificação por Radio Frequencia

Caracterização da tecnologia.

A tecnologia Radio Frequency Identification (RFID) é uma tecnologia que utiliza a freqüência de rádio ou variações de campo magnético para comunicação entre componentes eletrônicos e sua identificação. Existem diversos métodos de identificação destes componentes, sendo o mais comum uma série de dados que identifique a localização de uma pessoa ou objeto, ou ainda outra informação em um microchip. A tecnologia permite capturar automaticamente os dados de localização, identificando objetos com dispositivos eletrônicos mais conhecidos como etiquetas ou transponders, que emitem sinais para leitores que captam essas informações.
Um sistema RFID é composto basicamente pelo transponder (tag) e o leitor, que funciona como um portal de leitura, como se pode observar na Figura 1. O transponder consiste basicamente de uma antena e um microchip eletrônico. O microchip guarda na memória a identificação do objeto e, quando estimulado, usa a antena para transmitir dados para um leitor, via ondas de rádio. Então, a informação vai para um computador, onde é processada e enviada para um sistema que irá tratar as informações recebidas. Dependendo da freqüência utilizadaque pode variar de 30 kHz a 2,5 GHz —, o leitor pode estar a até 50 metros de distância da etiqueta. Baixas freqüências oferecem curtas distâncias, freqüências altas permitem alcançar distâncias mais longas.

 

Os chips podem ser ativos ou passivos. Os ativos utilizam energia própria advinda de uma bateria. Os chips do tipo passivo não utilizam uma fonte de energia própria, em vez disso eles capturam energia eletromagnética produzida por excitação e utilizam essa energia para enviar sinais para as antenas. As antenas capturam os dados e os retransmitem para leitores especiais, passando por uma filtragem de informações, comunicando-se com diferentes sistemas, tais como geração de resultados tempo de percurso e velocidade média.
A principal vantagem do uso da tecnologia RFID é a realização da leitura sem o contato direto do leitor com o tag. É possível, por exemplo, colocar a tag dentro de um produto e realizar a leitura sem ter que desempacotá-lo. O tempo de resposta é baixíssimo tornando-se uma boa solução em processos produtivos em que a tag encontra-se em movimento. Comparado com o sistema de leitura de código de barras a tecnologia aqui descrita apresenta inúmeras vantagens como o seu formato, segurança, manutenção e utilização. A função desta tecnologia tem caráter primário que transmite os dados para uma leitora que processa as informações.
O programa de computador, que será utilizado para programação dos chips, será construído na linguagem Java e, contará com um Sistema de Informação Gerencial (SIG) que envolve o uso de banco de dados, no caso em questão o MySQL . O SIG suporte às funções de planejamento, controle e organização de uma empresa transformando dados em informações que possam ser entendidas e utilizadas para fins e específicos.


Tecnologias concorrentes.


O Global Positioning System (GPS) é uma tecnologia concorrente, pois tem como função básica identificar a localização de um receptor que capte os sinais emitidos por um satélite na superfície terrestre. O sistema de Código de Barras também pode ser considerado uma tecnologia concorrente, pois também têm a função de agilizar a leitura de dados bem como fazer controle de inventários.
A tecnologia a ser explorada tem como ponto forte a precisão de suas análises realizadas por meio da captação de dados que, ao serem trabalhados passarão a ser informações, e sua transmissão para computadores é feita pela antena do transponder, possuindo a capacidade de armazenar, ler e enviar dados para etiquetas ativas, sendo tal leitura feita sem necessidade de proximidade do leitor devido a alta freqüência.
As desvantagens da tecnologia proposta podem ser o custo de instalação de toda a tecnologia (antenas, chips, leitoras), e o uso em materiais metálicos e condutivos pode afetar o alcance de transmissão das antenas. A tecnologia RFID encontra-se na fase de maturidade, pois, atualmente, é aplicada em diversos produtos.


Impactos ambientais e relevância social da tecnologia.


A tecnologia apresentada possui um processo de fabricação que resulta na produção de componentes eletrônicos, antenas de plásticos e chips de silício. Tal processo resulta também na produção de CO2 e resíduos. No entanto, os resíduos são destinados a lugares de reciclagem e os fabricantes têm, cada vez mais, levado em consideração todo o ciclo de vida do produto, desde a sua fabricação até a sua eliminação.
Em relação à relevância social, o RFID pode ser utilizado para rastrear objetos no comércio e também no transporte e, para auxiliar órgãos governamentais no rastreamento de animais silvestres. Nesses exemplos o sistema RFID pode ser utilizado colocando os transponders, nos objetos ou animais que se pretende rastrear.


Ciclo de vida da tecnologia.


O sistema de transmissão por radiofreqüência foi utilizado de modo primário pela primeira vez durante Segunda Guerra Mundial. Posteriormente, a Inglaterra desenvolveu um RFID do mesmo modo que é utilizado nos dias de hoje. Nas décadas de 50 e 60 cientistas de algumas partes do mundo divulgaram pesquisas explicando como o RFID funciona e como a energia da radiofreqüência poderia ser utilizada.
No comércio, seu primeiro uso foi em um sistema de antifurto. Atualmente, a tecnologia consegue avanços consideráveis, tais como ampliação da capacidade de alcance e miniaturização. Porém, alguns problemas persistem de modo que enquanto o RFDI é uma realidade em alguns segmentos em outros não passa da teoria. Algumas vertentes do uso da tecnologia começaram a ser discutidas em 2010 como o uso no setor de marketing direcionado, auxiliando e sendo mais eficiente na propaganda direcionada, pagamento automático no setor comercial, implantes humanos e ainda passaportes biométricos.
O ciclo de vida do sistema RFID vai desde compra do sistema até sua operação, passando pela montagem dos equipamentos, configuração do software a ser utilizada, sua instalação e atualização do mesmo.

Barreiras e riscos relativos à tecnologia.


Uma das barreiras à tecnologia RFID é a interferência de radiofreqüência. Este tipo de interferência é causado por sinais de radiofreqüência (RF) na freqüência do receptor sem fio afetado ou perto dessa freqüência. Os sinais de interferência podem ter sido transmitidos intencionalmente ou não - intencionalmente, como resultado de algum defeito ou característica indesejada da fonte. Não é necessário que o sinal de interferência esteja exatamente na mesma freqüência do sistema sem fio para causar problemas. Sinais fortes de RF que estejam perto da freqüência sem fio podem afetar a operação do receptor sem fio, causando problemas de áudio e de recepção.
Os sistemas sem fio podem causar interferência mútua a distâncias de 600 metros ou mais. Não é muito raro haver interferência de outro sistema sem fio em uma área distinta de um edifício, em uma igreja no final da rua ou em um clube na outra esquina. As equipes de reportagem de rádio e televisão usam microfones sem fio intensamente, portanto é possível que ocorra interferência temporária perto dos locais de acontecimentos importantes.
Outra fonte de interferência são as harmônicas de estações de rádio FM e transmissores de comunicações. Os potentes transmissores das estações de FM geralmente emitem uma pequena quantidade de potência no dobro da freqüência de operação (a "segunda harmônica") e isso pode ser uma fonte de interferência em sistemas sem fio que operam na faixa de TV VHF. A menos que a potência do transmissor FM seja alta e ele esteja próximo, a interferência com essa origem é rara. Mesmo assim, é melhor evitar as freqüências sem fio próximas das harmônicas das estações locais de rádio FM.
A solução dos problemas de interferência de RF quase sempre envolve a eliminação da fonte do sinal de interferência ou a alteração da freqüência do sistema sem fio. Muitos problemas de interferência desse tipo podem ser totalmente evitados simplesmente escolhendo-se freqüências diferentes das que estão em uso pelas estações locais de TV e por outros sistemas sem fio próximos. Na prática, nem sempre é possível convencer alguém a mudar de freqüência ou forçá-lo a consertar transmissores defeituosos;

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